A fórmula da sua saúde
GUIA DE SAÚDE

Mario Vicente Alves Júnior

Neurologista

Ruibarbo

Ruibarbo Rheum rhaponticum Linné
Nome comum Roxitromicina
Denominação científica Erythromycin-9-*O-*(2-methoxyethoxy)methyl*oxime*
Aspecto Pó cristalino branco
Solubilidade Muito pouco solúvel em água; facilmente solúvel em acetona, álcool e cloreto de metileno. Ligeiramente solúvel em ácido clorídrico diluído.
DL-50 (Oral) não foi encontrada em literatura consultada
Atividade

Roxitromicina é um antibiótico bacteriostático com ação e usos similares à Eritromicina. Seu mecanismo de ação e o espectro que abrange também são semelhantes a esse último.

Mais de 90% das espécies citadas a seguir são sensíveis à Roxitromicina: Strptococcus ssp, Propionibacterium acnes, Mycoplasma pneuminiae, Chlamydiae, Legionella, Helicobacter pylori, Campylobacter jejuni, Treponema pallidum, Actinomyces, Helicobacter pylori, dentre outros.
Roxitromicina possui atividade in vivo e in vitro sobre Toxoplasma gondii e possui atividade moderada in

tiro contra Mycobacterium avium.
Roxitromicina é indicado no tratamento de infecções bacterianas causadas por germes sensíveis, tais como infecções do trato respiratório superior (amigdalite, faringite, bronquite e sinusite aguda), e tratespiratório inferior (pneumonia comum e atípica e bronquite), infecções da pele e tecidos moles.

Em um estudo de difusão em amígdalas e adenóides, foi verificado que a Roxitromicina se difunde rapidamente no tecido infectado. As concentrações teciduais permanecem altas por até 12 horas após a administração.

Concentração usual

A dose oral em adultos é de 300mg/dia, em duas tomadas divididas. Uma em jejum e outra à noite, com intervalo de 12 horas, de preferência antes das refeições. A duração da terapia é de 10 dias. Crianças de 1 mês a 13 anos devem ingerir de 5 a 8mg/Kg/dia, em tomadas divididas.

NOTA: Respeitar o fator de diluição especificado no laudo.

Reações adversas

Náusea, vômito, diarréia, epigastralgia e possível aumento transitório das transaminases, podendo evoluir excepcionalmente para uma hepatite colestática.

A passagem do medicamento ao leite materno é muito fraca. Estudos em animais não evidenciam efeitos teratorgênicos, entretanto os resultados experimentais obtidos não permitem prever malformações na espécie humana.

Observações

Recomenda-se que a dose de 5 a 8mg/Kg/dia para crianças seja administrada pelo tempo máximo de 10 dias.

A percentagem de resistência por algumas espécies de microrganismos é variável, sendo necessário um antibiograma.

Armazenamento

Manter em recipiente hermeticamente fechado.